O Discípulo Radical

Observando algumas passagens bíblicas sobre o discípulo que a Palavra de Deus apresenta como o requerido, percebo como algumas vezes estamos tão distantes do paradigma bíblico. Por colocarmos outras prioridades (e não o Reino de Deus e sua justiça Mt 6.33), outros “ídolos do coração” (Ez 14. 1-5), tentamos a todo custo fugir do sofrimento, como se ele não fosse parte da caminhada cristã.
Renunciamos algumas coisas, renunciamos alguns bens, renunciamos alguns sonhos, renunciamos alguns projetos, renunciamos alguns privilégios, renunciamos alguns momentos, algumas partes, mas...
Não queremos muitas vezes renunciar tudo! Renunciar o todo, a totalidade do nosso ser, de tudo o que somos e possuímos! Embora Jesus tenha dito que se quisermos ser seus discípulos, devemos  renunciar a tudo quanto temos (Lc 14.33).
Entregar tudo é morrer! Morte do eu... é abrir mão do controle, do planejamento, do propósito almejado!
Renúncia que não custa nada, não é renúncia! Não há conforto em renunciar, mas uma alegria inexplicável! Não há um lugar seguro sob os nossos pés, não há uma segurança visível em fazê-lo; mas produz uma fé inabalável, qual Moisés que ficou firme como quem via o invisível, pela fé confiança inabalável!
Temos medo da cruz! O discipulado radical tem que passar pela cruz! Não queremos morrer para nós mesmos! Não queremos ser crucificados com Cristo, pois queremos acreditar que há apenas e tão somente, paz, alegria, felicidade, tranquilidade e prosperidade em Cristo; talvez não tenhamos entendido o que quer dizer a vida abundante que Ele é em nós!
O discípulo verdadeiro está disposto a tomar a sua “morte”, isto é, a sua cruz de cada dia! Morrer a cada dia mais uma vez, pois renunciar a si mesmo é a morte do eu, e ele não morre de uma vez por todas, deve morrer sempre e a cada dia. Paulo bem expressou: “Não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim”!




Discípulo Radical no Sertão

Para ser discípulo radical
É mais que membro se tornar
É morrer todo dia levando a cruz
É caminhar nas pegadas
Daquele que do mundo é a Luz!

Pregar o evangelho com a vida
Que emana da videira verdadeira
É ensinar a Palavra sem amputação
É converter o cético para ser cristão!

Mas muito mais que cristão...
Ser discípulo radical é preciso
Que a Cristo obedece de coração
Sendo ofendido e oferecendo o perdão

Vamos lá emiteiros
A seara precisa de ceifeiros
Nesta última hora e ocasião
Para pregar a Cristo no Sertão!


Luciano Costa. 3 de janeiro de 2017




INFORMAÇÕES MISSIONÁRIAS DO NOSSO NOVO CAMPO MISSIONÁRIO – SÃO FERNANDO – RN


No dia 1º de novembro de 2016, foi realizada nossa posse nesse novo desafio missionário. Na Assembleia de Deus em São Fernando- RN. Uma pequena igreja no interior do RN, precisamente no Sertão do Seridó. Região que é considerada com a mais resistente ao Evangelho no Estado, onde temos o menor percentual de evangélicos nas cidades, e muitas comunidades rurais inalcançadas. Vejamos as informações básicas sobre nossa cidade. Vejamos o Cartão de Oração do Movimento Nacional de Evangelização do Sertão Nordestino:

Assim, sendo consideramos um grande desafio missionário, mudarmos essa realidade que configura o quadro atual de nossa cidade. Atualizando os dados do Cartão de Oração, a Outra Assembleia de Deus (Madureira) hoje praticamente não existe, apenas uma família se reúne em sua própria casa, que ainda pertence a esse ministério.
Após nossa chegada a essa cidade, estamos orando e pedindo que o Senhor nos dê estratégias de como alcançar esse povo tão carente do Evangelho.
Alguns desafios que temos enfrentado:
Após cinco anos de seca, a cada dia se agrava mais a falta de água, passamos alguns dias sem água e uma caixa com 1.000lt custa r$ 30,00.


Ao chegarmos aqui após uma semana locamos uma garagem em um bairro um pouco distante de nossa Congregação, as pessoas desse bairro, não costumam vir participar dos cultos aqui em nossa igreja. Assim sendo, resolvemos abrir uma congregação no Conjunto Vital Galdino.
Um de nossos Cultos na Congregação que abrimos em novembro de 2016.
# porém o dono dessa garagem pediu o prédio e estamos devolvendo-o agora. Precisamos de um outro lugar para realizar os cultos, EBD Infantil...

Agora em dezembro realizamos um trabalho para crianças, com temática e ornamentação produzida pelos jovens de nossa igreja. Abaixo seguem algumas fotos desse culto:


Nosso Conjunto Infantil – Jardim de Deus – louvando ao Senhor na festinha de aniversário do mesmo.
Foi uma linda festa com mais de 150 crianças de nossa cidade.
Evangelismo pessoal nas comunidades rurais. Este senhor estava colocando água para o gado beber a tarde, e fui ao seu encontro para falar do amor de Deus.
Evangelizando um típico sertanejo.

Culto nas Comunidades Rurais de nosso munícipio.

Logo agora para o início de 2017, temos o desafio de alugar um novo local para realizarmos os cultos, no bairro que já havia falado no início, então temos no mesmo bairro, uma casa onde estava funcionando um bar, e agora está disponível para aluguel. Só que a garagem custava R$ 150,00, e a casa custa 300,00. Mas mesmo assim estamos crendo na providência divina, e já pedimos preferência ao dono da casa para nos alugar para funcionar nossa congregação. Mas não somente cultos serão realizados ali. Pretendemos realizar aulas de reforço gratuitas para as crianças, aulas de para iniciantes para tocar violão, e alguns momentos de recreação para as crianças no final de semana. Todas essas atividades acompanhadas de um devocional antes. Segue abaixo fotos tiradas hoje (31/12/2016) da casa:
                                                                                 

Contamos com vossas orações para o desenvolvimento desse novo projeto, que será desenvolvido nessa casa, que será um lugar para promover a evangelização e o discipulado. Chamaremos Casa Missionária.


DESAFIOS PARA 2017
1-      Ganhar e discipular 30 novos convertidos;
2-      Desenvolver atividades socioeducativas em nossa Casa Missionária;
3-      Fortalecer a visão da igreja quanto ao fazer discípulos,
4-      Trabalhar com toda a igreja o nosso lema para 2017: “ Fazer Discípulos, Nossa Missão! ” (Mt 28.19);
5-      Investir em conscientização missionária;
6-      Dobrar nossa oferta missionária durante esse ano;
7-      Treinar jovens, senhoras, obreiros para a obra evangelizadora e discipuladora;
8-      Fortalecer a EBD em todas as suas classes: crianças, jovens e adultos;
9-      Treinar novas lideranças para o desempenho de suas funções no Corpo;
10-  Envolver a igreja nos trabalhos missionários do nosso Campo, levando-os a ajudarem aos missionários rurais de nosso campo!




OBJETOS/INSTRUMENTOS QUE PRECISAMOS PARA NOSSA CASA MISSIONÁRIA;
1-      10 Violões; (Para aulas com os jovens)
2-      Um Data Show para palestras e para aulas;
3-      Material didático para as aulas: quadro, pinceis, apagador;
4-      Cadernos e canetas;
5-      Bíblias para serem utilizadas nos devocionais; (50 unidades)
6-      Cursos bíblicos impressos para serem feitos com os jovens e adolescentes;
7-      Recursos para pagar o aluguel da casa R$ 300,00 e para a manutenção da mesma: água, luz, material de higiene e limpeza; (valor aprox. R$ 200,00)



Contamos com suas orações, no amor de Cristo pelo Sertão!

Servimos no Sertão de tempo integral há dez anos, plantando e revitalizando igrejas pelo sertão do RN, sirvo na Assembleia de Deus, somos felizes por poder fazer algo no Reino aqui no nosso Estado, mas podemos fazer mais um pouco com a sua ajuda, portanto de Deus o direcionar a se tornar nosso parceiro, enviaremos relatórios de nossas atividades, bem como deixamos o convite para que possa nos visitar e conhecer in loco nossa realidade.

Miss. Luciano Costa, Jussária Costa e Lucas Ezequiel!
Novo número de Cel: (84) 9.9939-1042 (whats)

Caso você sinta o desejo de ofertar para a aquisição do que iremos precisar para a nossa Casa Missionária, segue abaixo a minha conta da Caixa Econômica Federal.
AG: 0560
Op. 013
Conta: 16264-4
030.776.444-36
Antônio Luciano da Costa Brito











VOCÊ ESTÁ TÃO OCUPADO ALIMENTANDO OUTROS QUE NEGLIGENCIA A NECESSIDADE DE ALIMENTAR-SE A SI MESMO?

Aqui estão alguns sinais aos quais você pode prestar atenção em sua vida e ministério, os quais indicam que seu trabalho como instrumento da graça o tem levado a esquecer ou negar sua identidade como receptor dessa mesma graça.
1)   A BÍBLIA DEIXOU DE SER UM ESPELHO
O primeiro sinal é uma mudança no seu relacionamento com a Palavra de Deus. A Bíblia deixou de ser um espelho para você e é usada somente como ferramenta para ministrar a outros.  Este é o lugar em que muitos, muitos pastores trabalham e vivem. É possível mudar sua vida de adoração também.
2)   A ADORAÇÃO PASSA DE BUSCA PARTICULAR PARA DEVER PÚBLICO
A adoração parte de uma busca pessoal humilde e agradável para assumira forma de algo que você lidera como dever público. Sim, o dever é seu de levar outros à adoração, como é o seu dever ensiná-los a partir da Palavra de Deus, mas como você pode levar pessoas atraente e persuasivamente a fazer o que é estranho à sua experiência diária?
3)   O CRISTIANISMO SE TORNA MAIS UM SISTEMA E NÁO UM RELACIONAMENTO
O seu cristianismo se torna mais relacionado com um sistema de redenção do que um relacionamento pessoal e comunhão com o Redentor. Talvez haja mais cristianismo sem Cristo por aí do que nós pensamos, e talvez sua existência seja mais uma questão do coração do que uma fraqueza em nossa teologia funcional.
4)   O SEU DESEJO DE DOMINAR A FUNDO O CONTEÚDO NÃO É ACOMPANHADO PELO DESEJO DE SER DOMINADO POR JESUS
Outro sinal da perda da sua identidade como receptor é que o seu desejo de dominar a fundo o conteúdo da Palavra de Deus não é acompanhada pelo desejo ardente de que o seu coração seja dominado a fundo pelo Deus da Palavra. Um dos perigos da síndrome de celebridade é uma bibliolatria sutil, na qual a confiança no Deus da Palavra vai sendo substituída progressivamente pela sua confiança em seu conhecimento e habilidade de lidar com a Palavra. (...)
5)   VOCÊ SE IMPORTA MAIS COM O PECADO DOS OUTROS DO QUE COM O SEU PRÓPRIO
Esquecer-se da sua identidade como receptor também resultará em você ter uma preocupação pelos outros que sobrepuje a tristeza por si mesmo. Quem de nós se sentou em frente a um pregador talentoso e não ouviu outra pessoa? Você não está faminto pessoalmente e nem agradecido ao ouvir. Não, você está muito agradecido de que tal pessoa esteja presente no recinto porque ela realmente precisa ouvir o que o pregador está dizendo. Essa dinâmica é uma tentação real e presente para qualquer um no ministério. Você está em grande perigo se a tristeza que você experimenta com a condição dos outros for maior do que a tristeza que você sente pelo seu próprio pecado.
6)   O ORGULHO DE CONHECER SUBSTITUI A HUMILDADE DE SER CONHECIDO
Um último sinal de que você se esqueceu da sua identidade dupla: o orgulho de conhecer substitui a humildade de ser conhecido. A sua vida e o seu ministério começam a ser moldados mais pelo seu orgulho quanto ao que você sabe do que pela humildade de ser completamente conhecido e, mesmo assim, totalmente amado pelo Salvador. Assim, você ministra como alguém que é uma celebridade e não como alguém que ainda celebra o resgate da graça da qual, juntamente com outros, continua a necessitar.

TRIPP, Paul. Vocação Perigosa. Editora Cultura Cristã. p. 168-69. 1ª edição. São Paulo. 2014.

  


“ Por quais meios se avalia um ministério pastoral? Pelas almas que foram ganhas? Pelo conhecimento do pastor? Pelo seu porte? Por suas posses (próspero= bem-sucedido)? Pelos prédios que este constrói? Temo que estejamos procurando reconhecê-los pelas coisas secundárias! Por algumas evidencias que não denotam caráter cristão, mas produtividade! Por visibilidade e não por comunhão com Deus! Por méritos humanos e não pela dependência contínua do Senhor! Por relatórios forjados e não por relacionamentos saudáveis! Por técnicas e metodologias de fazer membros, sem, contudo, torna-los discípulos de Cristo! Eu temo que muitos de nós estejamos “ganhando” o mundo e perdendo o que de mais precioso poderíamos ter: caráter cristão, integridade, família, casamento, filhos, comunhão com Deus e afins! Mas mesmo assim podemos sermos vistos como “líderes de sucesso”! Pois, é visível o nosso crescimento!??Maturidade e crescimento espiritual nem sempre são “produtos” que podemos ver na vitrine!”
 ( Luciano Costa) 7 de junho de 2016
Uma religião folclórica para um novo tempo...

Nos primórdios da história da teologia cristã, sacerdotes, bispos, teólogos e leigos levavam o estudo sistemático da Palavra de Deus a sério. Não negociavam princípios doutrinários custasse o que custasse. Atualmente há uma valorização exagerada da experiência em detrimento do conhecimento. Pedro já nos alertou: “ crescei na graça e no conhecimento...” (II Pe.3.18). Deveríamos considerar que,
 “ A teologia é inevitável na medida em que o cristão (ou qualquer outra pessoa) procura pensar de modo coerente e inteligente a respeito de Deus. (...). Sem a reflexão formal a respeito do significado do evangelho da salvação que é parte da teologia, ele se degeneraria rapidamente para a condição de mera religião folclórica e perderia toda a sua convicção da verdade e sua influência sobre a igreja e a sociedade”. (OLSON. p. 14. 2001).
Corremos o risco de nos lançarmos a uma espiritualidade destituída de conteúdo, inócua, e sem fundamento bíblico.
A substituição dessa “reflexão formal a respeito do significado do evangelho”, como bem expressou Roger Olson, nos remete a uma igreja que marcha sem propósito. Prega muito, mas sem fundamentação teológica, quer ser relevante para o mundo, mas copia o modelo de sucesso do mesmo. Reivindica o sagrado para si, mas compactua com o profano. Troca a glória de Deus, por glórias humanas. Enfim se torna uma religião folclórica. Que vive de extremos, e ao que parece,
 “ Nos nossos dias, porém, parece que o pêndulo já chegou à extremidade oposta, já que muitos cristãos sabem pouco ou nada a respeito das doutrinas cristãs ou de como e por que se desenvolveram. O cristianismo está correndo o risco de se tornar uma religião folclórica de culto terapêutico e sentimentos pessoais”. (OLSON. p. 17. 2001).
            É sabido que os falsos profetas aproveitarão essa falta de conhecimento (Os 4.6), para disseminar seus falsos ensinos e suas heresias. Mas o que caracteriza um culto dessa religião folclórica? Pus-me a refletir sobre como seria esse culto, que elementos compõem o mesmo, e cheguei a seguinte conclusão:
·         É um culto onde o homem está no centro, antropocêntrico;
·         Onde a performance do líder dita o ritmo e que tipo de adoração acontece no mesmo;
·         É um culto terapêutico (não que não o deva ser, Deus faz maravilhas no meio de seu povo), mas o cerne do mesmo é bem-estar e a prosperidade do homem e não a glória de Deus;
·         É um culto no qual a teatralização é o forte, carregado de simbolismos e de intervenções de quem o dirige;
·         É ritualístico, cheio de ritos de passagem, criados com finalidades específicas;
·         É um culto no qual o sensacionalismo e o “duelo” do Bem com o mal, é evidenciado e explorado com shows de exorcismos e de uma práxis mítica e etc.
·         Não há espaço para a exposição da Palavra, no lugar são decretados “atos proféticos”, e determinações coletivas; 
·         Atenção está voltada para algo, algum objeto, algum “ponto de contato” e não para Cristo, este às vezes é apenas mencionado, mas a ênfase é noutra coisa;
Enfim, como disse, é uma religião folclórica, onde a forma é mais relevante do que o propósito; no qual há a determinação do “sagrado” através de lugares, de “ dias específicos”, de determinadas ações programadas pelo homem, nas quais Deus “ está obrigado” a comparecer e cumprir com o seu papel, já bem determinado pelo homem!
Concluo, com esse pensamento, que fiz há algum tempo: " Se não voltarmos para a Palavra de Deus, iremos sim praticar uma religião folclórica e uma espiritualidade popular, que nos manterá no engano e nos levará ao fanatismo!"  
Fonte citada: OLSON, Roger. História da Teologia Crista – 2000 anos de tradição e reformas. Editora Vida. São Paulo. 2001)

Luciano Costa – É Pedagogo, pesquisador da História da Igreja e do Pentecostalismo no Brasil. Atua há 9 anos plantando igrejas no Sertão do RN. Casado com Jussária Morais e tem um filho Lucas Ezequiel. Hoje lidera a Assembleia de Deus na cidade de São José do Seridó/RN


O Projeto Boas Novas para o Sertão apoia e faz parte dessa ideia. EMITES! Porque o Sertão precisa de Jesus. Vamos treinar vocacionados e ajudar as lideranças a ampliarem a sua visão e ação evangelizadora nessa campo tão vasto, tão esquecido que são as comunidade rurais de nosso sertão. Junte-se a nós! Vamos ganhar os sertões para Cristo! Luciano Costa.


Após alguns anos de pesquisas bibliográficas, o Ev. Luciano Costa ( Assembleia de Deus - IEADERN) lança seu primeiro livro. Segundo o autor, o texto relata de forma concisa e clara o surgimento e a expansão do movimento pentecostal no Brasil. Ele também relatou já que já está pequisando e orando sobre um segundo volume, que seria especificamente sobre os neo pentecostais.


Diferenças entre o Pastor e o Missionário

1-    O pastor ver o rebanho que deve crescer e produzir;
2-    O missionário ver as almas que andam desgarradas sem pastor.
3-    O pastor pensa em ampliar o templo e dá mais conforto aos crentes;
4-    O missionário em alcançar mais uma comunidade, distrito, povo não alcançado.
5-    O pastor se preocupa com os recursos para poder melhor administrar;
6-    O missionário pede a Deus que supra suas necessidades e não deixe faltar o seu sustento básico.
7-    O pastor para assumir novo campo, pergunta: “_ será que é combatível com meu orçamento?”
8-    O missionário, indaga: “_Será que este é o lugar que o Senhor quer me enviar? É nesse lugar onde ganharei muitas vidas para Cristo?!”.
9-    O pastor consegue construir patrimônio particular, carro, casa, outro bens;
10- O missionário continua na peleja para ter o seu sustento garantido, e para ajudar a fazer a creche, orfanato, lar abrigo, etc.
11- O pastor tem muito auxiliares ao seu dispor, para o ajudar a fazer a obra;
12- O missionário as vezes pode contar apenas com a sua família no campo.
13- O pastor é bem visto, estimado pelo seu trabalho;
14- O missionário nem sempre tem o seu trabalho reconhecido e/ou visto.
15- O pastor pode andar elegante, ternos novos, sapatos etc. Com a sua família também;
16- O missionário deve continuar tendo a aparência simples, pois a sua missão não lhe permite conforto ou algum “luxo”!
17-  O pastor pode até ganhar carro da igreja (dependendo da igreja);
18- O missionário as vezes ganha uma bicicleta.
19- O pastor tem status;
20- O missionário “estafa”.
21- O pastor ganha muitos presentes no seu aniversário;
22- O missionário as vezes nenhum e-mail ou telefonema.
23- O pastor é jubilado com salários(s) garantidos pela igreja;
24- O missionário quando retorna nem sempre tem onde morar e em alguns casos cai no ostracismo!
25- O pastor nem sempre vai para os lugares mais difíceis;
26- O missionário deve ir onde ninguém quer...
27-  Para o pastor vir pregar a melhor hospedagem, um lugar bem preparado;
28- Quando o missionário vem pregar, coloca lá no quartinho por trás da igreja, porque missionário é missionário, todo lugar dá certo!
29- Para o pastor um terno novo;
30- Para o missionário roupas usadas, e sapatos doados.
31- O pastor é cuidado por toda a igreja, amado, acolhido;
32- O missionário ainda continua tentando conquistar o povo para o qual foi enviado.
33- O pastor lidera, ensina, delega responsabilidades a outros;
34- O missionário tem tarefa, uma missão que não pode repassar a alguém e as vezes não tenho com quem dividir o peso de sua responsabilidade.
35- O pastor é um líder que consegue estabilidade eclesiástica e até financeira;
36- O missionário muitas das vezes nem consegue permanecer no campo para o qual foi enviado por faltas de recursos.


Muita mais poderia ser dito sobre as diferenças entre estes dois servos de Deus que desempenham relevantes funções no Reino de Deus. Não é regra geral o que foi dito, há as devidas exceções, mas é uma conclusão que pode ser tirada se olharmos por esse prisma.

Luciano Costa. 15 de janeiro de 2015


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